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Automobilismo
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Após rumores, Berger descarta retorno à Fórmula 1 como dirigente

Ex-piloto afirma que não pretende voltar a comandar uma equipe da categoria tão cedo

Gazeta |

O ex-piloto e dirigente Gerhard Berger disse nesta terça-feira (6) que não pretende voltar a ocupar uma cadeira de algum time da Fórmula 1. As informações são da revista inglesa Autosport.

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Convidado pelo presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Jean Todt, os rumores sobre uma possível volta - ele foi um dos donos da Toro Rosso até 2008 e teve uma breve passagem pela BMW como dirigente - aumentaram após ocasionais visitas suas ao paddock durante as corridas. No entanto, ele negou que tenha interesse.

"Foi a mesma coisa com Max (Mosley, ex-presidente da FIA), mas eu disse: 'Não, obrigado'. Gosto de seguir com minhas experiências e seria até melhor eu ter uma escuderia, ajudar um carro e correr nos domingos. Mas isso não está acontecendo", esclareceu ao veículo britânico.Todt, por sua vez, crava que ele ainda pode oferecer muito à categoria se ocasionalmente voltar a dirigir uma equipe. "Gerhard é um bom amigo e, na verdade, ainda poderia dar uma ótima contribuição para o esporte. No momento, ele tem outras coisas para resolver, mas realmente espero que, mais cedo ou mais tarde, ele tenha um papel para desempenhar na F1. Não exatamente na FIA, já que ele é interessado em ter sua equipe, ter seu negócio", explicou.

Sobre o cenário atual da Fórmula 1, Berger disse, ainda à revista inglesa, que o trabalho desenvolvido na Mercedes é uma decepção. "Na Bélgica, foi frustrante ver (Nico) Rosberg largar muito bem, fazer uma exibição perfeita e, após algumas voltas, perder posição como se fosse um novato", disse.

"Todas as explicações e desculpas da Mercedes me cansaram. É tempo de um fabricante de ponta oferecer um carro de ponta aos seus pilotos. O motor é amplamente considerado como um dos melhores. Agora é hora deles desenvolverem o resto", ressaltou o austríaco.

Ele também defendeu o inglês Lewis Hamilton, da McLaren, protagonista de vários episódios polêmicos, como brigas com comissários fora das pistas e batidas durante as corridas e testes. "Adoraria ter ele como o número 1 no meu time. Junto com 'Seb' (Vettel). Quer dizer, talvez não, porque isso não iria funcionar, ia causar estragos", acrescentou brincando.

"Na minha opinião, Vettel, (Fernando) Alonso e Hamilton são os três melhores pilotos. Vettel corre perfeitamente. Alonso sofre com pequenos erros, mas ele não tem um equipamento páreo com o de 'Seb'. Lewis é o melhor em ultrapassagens, mas se arrisca muito", concluiu.

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