Presidente da equipe defende ato e espera resolução para impasse entre governo italiano e indiano

A iniciativa da Ferrari de correr com a bandeira da Marinha italiana no GP da Índia , em homenagem aos marinheiros italianos presos, foi muito criticada por autoridades do país asiático e também por Bernie Ecclestone. Dois marinheiros italianos estão detidos na índia depois de matarem dois pescadores na costa sudoeste do país. Os homens alegam que confundiram os pescadores com piratas.

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"Utilizar eventos esportivos para promover causas que não são esportivas significa não ser coerente com o espirito do esporte”, disse o ministério das Relações Exteriores da Índia, nesta sexta-feira (26). Bernie Ecclestone também criticou a decisão da Ferrari. “A decisão sobre esse assunto cabe aos países envolvidos e não tem nada a ver com a Fórmula 1", disse o inglês.

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"Com a bandeira da Marinha no carro queremos dar nossa contribuição, com grande respeito às autoridades indianas, para que se encontre uma solução através do diálogo", explicou o presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, defendendo a decisão.

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Stefano Domenicali, diretor da Ferrari, se recusou a falar sobre a situação. “Nós já fizemos inúmeras iniciativas como essa. Mas agora não é hora de falar sobre isso. Nosso foco é no GP da Índia”, cravou o dirigente.

O terceiro treino livre será realizado no sábado (27), às 3h30 (de Brasília), pouco antes do classificatório, que será às 6h30. O Grande Prêmio da Índia vai acontecer no domingo (28), às 7h30.

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