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Me deixei levar, diz Button sobre a vida de “playboy” no início da carreira

Piloto britânico comenta que ainda gosta de diversão, mas com "portas fechadas” e ressalta a importância do triatlo na evolução de sua carreira

iG São Paulo | - Atualizada às

No início da carreira, Jenson Button era considerado um piloto com futuro, mas de gênio difícil. Aos 20 anos, foi o piloto mais novo a assinar com a Williams para a temporada de 2000 da Fórmula 1 . Nos anos seguintes, porém, não se manteve na equipe e teve de rodar por outros times para mostrar resultados mais consistentes.

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De acordo com Button, a vida de diversão e festas foi a principal causa das dificuldades no início da carreira. “Admito que cometi erros. Eu me deixei levar. Tive de aprender que há muito mais nisso do que apenas pilotar o carro. Eu precisava entender sobre preparação física e nutrição”, afirmou o piloto em entrevista ao jornal britânico Daily Mail .

Button também comentou sobre a fama de “playboy” que tinha no início da carreira. “Quanto a ser um playboy, eu era um cara novo que gostava de diversão. Eu me diverti muito naquele tempo, mas eu não diria que as coisas chegaram a sair do controle. Eu ainda gosto de me divetir, mas é mais seguro fazer isso de portas fechadas”, explicou o piloto, que namora há quase três anos com a modelo Jessica Michibata.

Durante sua carreira, Button descobriu um novo esporte que faria que seu rendimento melhorasse nas pistas: o triatlo. “Comecei a fazê-los em 2007, porque as coisas não estavam indo bem na pista e eu não via luz no fim do túnel. Precisava de algo que eu pudesse fazer para ver os benefícios do trabalho duro, já que não estava vendo na F1”, comentou.

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Depois de iniciar os treinamentos, coincidência ou não, Button se tornou campeão mundial em 2009, seu sonho de infância. O britânico, porém, diz que não conseguiu comemorar como gostaria na noite do título, conquistado em Interlagos. “Teve uma grande festa para a equipe depois que eu garanti o campeonato. Mas eu só tomei um drinque e voltei ao hotel e fiquei ali sentado por horas”, afirmou Button. “Deveria ser a noite mais feliz da minha vida, mas eu senti um total anticlímax. Eu fiquei pensando no que viria depois. Sabia que, dali em diante, ser segundo nunca seria bom o suficiente”.

AP
Jenson Button namora com a modelo Jessica Michibata

O britânico também relembrou outro momento marcante em sua carreira. No GP do Brasil de 2010, homens armados se aproximaram de seu carro enquanto o piloto voltava ao hotel. “Foi completamente terrível. Eu estava olhando pela janela e vi que um dos caras tinha uma arma. Era irreal, como assistir a alguém em um filme”.

“Demorou uma hora para eu perceber a gravidade que poderia ter tido aquela situação. Eu fico pensando se estou realmente a salvo lá fora. Eu tento fazer com que isso não me faça deixar de viver a vida”, afirmou.

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Perguntado sobre o que fará depois da carreira na F1, Button comentou que pretende passar seus conhecimentos aos jovens pilotos. “Vocês não vão me ver como um comentarista de TV ou fazendo papel de bobo em um reality show. Eu gostaria de estar envolvido em ser técnico de jovens pilotos de F1, passando a experiência que ganhei na minha carreira”, concluiu o piloto britânico.

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