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Em jogo de sete gols, Vitória bate o Paraná e abre vantagem no G4

Já equipe de Curitiba perde terreno e pode ficar mais longe da briga por uma das vagas no grupo de elite

Gazeta |

Gazeta Press
Lance do jogo entre Vitória e Paraná, no Barradão

A chuva em Salvador nesta terça-feira espantou os torcedores do Vitória no estádio Barradão, mas não diminui o ânimo dos jogadores do time anfitrião e do Paraná Clube em campo. As equipes travaram um duelo equilibrado do início ao fim e buscaram o ataque durante os 90 minutos de jogo. No entanto, a eficiência dos donos da casa prevaleceu e determinou o triunfo por 4 a 3 dos baianos sobre o Paraná.

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Com o resultado positivo, o Vitória abre vantagem para os seus concorrentes diretos e se mantém na cola do líder Criciúma. A equipe agora soma 22 pontos e precisa tirar três de diferença dos catarinenses. Já o Paraná perde a chance de colar no pelotão de frente da competição e continua fora do G4. A equipe soma 15 pontos e poderá deixar a quinta colocação com o complemento da décima rodada.

O Jogo
A partida entre as duas equipes se manteve equilibrada do início ao fim. Sem levar grande perigo aos goleiros, os times trabalhavam a bola no meio-campo e arriscavam investidas esporádicas para o ataque. Aos seis, Neto Baiano arriscou para o gol e Luís Carlos espalmou para fora. Já aos 15, Michel tentou o chute de dentro da área e viu a bola subir por cima do travessão adversário.

As chances criadas pelos donos da casa forçaram uma mudança de comportamento do Paraná. Aos 21, Luisinho fez boa jogada, mas não conseguiu concluir com qualidade. No lance seguinte, o garoto Leílson responde à altura e mostrou o porquê Carpegiani havia apostado em sua juventude após a contusão de Marco Aurélio. O jogador recebeu em velocidade de Pedro Ken e ganhou na velocidade de Paulo Henrique para abrir o marcador na saída do goleiro paranista.

Wellington ainda tentou igualar o marcador antes do intervalo, mas o esforço foi em vão. Sua equipe só iria conseguir chegar ao ataque no início da segunda etapa de jogo. Logo aos seis minutos, Wendel aproveitou a liberdade encontrada durante um escanteio e testou sozinho para o fundo das redes do goleiro Douglas.

A reação dos paranaenses não parou por aí. O time foi com tudo para cima do Vitória e conseguiu o empate aos 12 minutos. Em falta perto da entrada da área, o experiente Lúcio Flávio cobrou rasteiro e enganou a marcação adversária. A bola passou pela barreira e ficou livre para Wendel concluiu de carrinho.

A virada do Paraná empolgou o técnico Ricardinho, mas também recolocou o Vitória na partida. Pressionado por seu torcedor, o Leão passou a trocar passes no meio-campo e deixou seu adversário acuado no campo defensivo. Fundamental para sua equipe nesta terça-feira, Leílson apareceu novamente e deu lindo passe rasteiro para dentro da área. Atento, Léo tomou a dianteira, driblou o goleiro e igualou o jogo aos 22 minutos.

Luisinho tentou responder no lance seguinte, só que o chute não saiu como o esperado. A apatia que tomou conta da defesa do Paraná nos minutos seguintes também não ajudou o goleiro Luís Carlos e dificultou o seu trabalho aos 28. Após cruzamento da esquerda de Neto Baiano, o zagueiro Victor Ramos subiu mais alto que os seus marcadores e decretou a virada a favor de sua equipe.

O resultado já era favorável ao Vitória e ficou ainda melhor quando Mansur recebeu de Neto Baiano e ampliou a vantagem dos donos da casa aos 35 minutos. O Paraná ainda ameaçou a soberania dos baianos com Arthur, descontando aos 37. Entretanto, os comandados de Paulo César Carpegiani continuaram com um bom volume de jogo e impediram o avanço dos adversários. A equipe ainda teve a chance de chegar ao quinto em cruzamento da esquerda, mas o goleiro Luís Carlos conseguiu evitar.

Ao término do confronto, os jogadores do Paraná se revoltaram com a decisão do árbitro em encerrar a partida com a equipe no ataque e foram contestar a sua atitude no centro do gramado. Revoltados, os atletas exigiram a intervenção da polícia e intensificaram as pesadas críticas ao juiz. O episódio rendeu além de muitas reclamações dos paranistas, um cartão vermelho para Fernandinho.

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