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16 dias em Guadalajara: O Pan em detalhe

Toda noite de Pan terminava com um resumo, reunindo notícias, comentários dos blogueiros e matérias especiais dos enviados iG

iG São Paulo |

Ao final de cada dia do Pan-Americano de Guadalajara, o iG reuniu em detalhados textos tudo o que de mais importante, ou curioso, ou até mesmo bizarro rolava nas jornadas do evento mexicano. Uma compilação das melhores fotos, resultados, perfis de atletas, comentários da saltadora tricampeã Maurren Maggi e do ex-nadador Rogério Romero e reportagens dos enviados Marcel Rizzo e Vicente Seda, que revelaram muitos personagens, para não deixar nada passar batido. Agora, confira abaixo um resumo desses resumos, num diário de bordo dos melhores -- e piores -- momentos do Pan.

Leia também: Brasil mantém terceiro lugar no quadro de medalhas, mas piora em vários esportes

- 1º dia: O ouro de sempre de Thiago Pereira
A jornada inaugural do Pan foi prolífica para o Brasil, com sete medalhas. A única de ouro veio com o nadador Thiago Pereira, herói do Rio-2007. Logo na abertura, porém, um susto: a ponteira Jaqueline sofreu uma pequena fratura na coluna cervical ao se chocar com a líbero Fabi na estreia do vôlei feminino. Leia mais

AFP
Thiago Pereira nada nos 400 m medley para chegar a seis ouros em Guadalajara

- 2º dia: Sucesso fora d'água também
O grande destaque foi o nadador Cesar Cielo, ouro no 100 m livrecomo esperado. Mas também teve o primeiro ouro vindo de fora das piscinas, com as garotas da ginástica rítmica. Leia mais

- 3º dia: Um recorde nunca é fácil de se conseguir
Ninguém falou que ia ser fácil mesmo: a disputa entre o mesatenista Hugo Hoyama e Thiago Pereira pelo maior número de ouros para o Brasil em Pan-Americanos se acirrou. Nas piscinas, Leonardo de Deus ganhou o ouro nos 200 m borboleta, teve a medalha cassada, mas a recuperou, por fim. Tudo por causa de uma toca. Leia mais

- 4º dia: Ficou para depois
Thiago Pereira estava bem perto da marca de Hoyama, mas teve de esperar só um pouco, com o bronze nos 200 m peito. O taekwondo decepcionou, mas a ginástica rítimica continuou sua campanha bem-sucedida. Leia mais

- 5º: A conta fechou
Já se podia dizer com todas as letras: Thiago Pereira, com seus dez ouros, é o brasileiro mais vencedor da história dos Pans. Mas ainda viria mais. No tiro esportivo, Ana Luiza Ferrão cravou um recorde pan-americano e o ouro. No remo, porém, a campeã mundial Fabiana Beltrame não conseguiu esconder a frustração pela medalha de prata. Leia mais

- 6º dia: Ouro que é ouro para valer
Cielo conseguiu o ouro nos 50 m com autoridade, para deixar bem claro que a turbulência pré-Mundial de Dubai estava encerrada. Ele fez seus melhores tempos sem ajuda de nenhum supermaiô e recuperou a confiança em Guadalajara. Mas a manchete do dia, no fim, acabou sendo a revanche do vôlei feminino contra as arquirrivais cubanas. Leia mais

- 7º dia: Disso a gente entende
Cielo, Juliana e Larissa no vôlei de praia... Atletas da elite mundial, e não só do Pan, confirmaram seu favoritismo. Thiago Pereira ampliou sua coleção de medalhas em dia de empate preocupante do Brasil no futebol masculino sob os olhares de Mano Menezes. Leia mais

Confira as melhores fotos do Pan 2011:

- 8º dia: Guadalajara coisa nenhuma
As atenções do Brasil se deslocam de Guadalajara para Puerto Vallarta com o início das conquistas nesta sub-sede do Pan, a 350 km da metrópole. A vela começa a dar resultados (antecipados até) junto com o vôlei de praia. Tênis fica sem ouro e tricampeonato. Leia mais

- 9º dia: Londres, com escala no México
O domingou rendeu seis ouros, com os velejadores fazendo um estrago nos mares de Puerto Vallarta, mas teve principalmente confirmações de vagas olímpicas preciosas no Pan-Americano: no triatlo, no Concurso Completo de Equitação do hipismo e no handebol feminino, em decisão contra a Argentina. Leia mais

- 10º dia: O certo pelo incerto
A campeã mundial Fabiana Murer ficou com a prata no salto com vara. A seleção brasileira de basquete feminino foi surpreendida por Porto Rico na semifinal. As meninas da ginástica ficaram fora do pódio. Os rapazes do handebol foram envolvidos pela catimba dos velhos conhecidos da Argentina. Foi o primeiro dia de grandes decepções para a delegação brasileira em Guadalajara. Leia mais

Vipcomm
Luciano Corrêa ganha um dos ouros do judô brasileiro entre os meio-pesados em campanha histórica
- 11º dia: Missão (do COB) cumprida
Se por “missão” se entende o que o Comitê Olímpico Brasileiro propôs – comparar o desempenho com o de Santo Domingo 2003 e, não, com o do Rio de Janeiro 2007 -, o Brasil já a atingiu em ouros com boa antecedência. Pela primeira vez na história, a equipe masculina de ginástica artística ganhou o ouro. Era o prenúncio de ótima semana para Diego Hypólito. Leia mais

- 12º dia: Meninas superpoderosas
Maurren Maggi, tricampeã no salto em distância. Lucimara Silvestre, no heptatlo. Ao lado de Rosângela Santos, elas se autointitulam como "trigatas". Gatas, e ouro no atletismo. Alguns acidentes, como o que resultou na morte de um voluntário, porém, marcaram o dia negativamente. Leia mais

- 13º dia: Adiós, muchachos
Brasil ultrapassa a Argentina no quadro de medalhas histórico do Pan, liderado pelos representantes do atletismo e os judocas Leandro Guilheiro e Thiago Camilo, que venceram todos os seus combates por ippon. O ginasta Diego Hypólito também garantiu o seu ouro no solo. Leia mais

- 14º dia: Fonte inesgotável
Mais glórias das vedetes de medalha da semana: atletismo e judô. Com a vela e a natação, respondiam a essa altura por quase 65% dos ouros brasileiros no Pan. Basquete masculino repete o feminino e se despede de maneira embaraçosa. Na ginástica feminina, um racha entre as atletas é constatado. Leia mais

- 15º dia: Vamos ficando por aqui
O judô se consagrou como nunca, assim como o vôlei masculino, mesmo com equipe quase toda reserva. Ainda andaram saindo pratas e bronzes de todo lado, da esgrima à canoagem. A aventura do rúgbi brasileiro -- e da própria modalidade em si -- começa nos Jogos Pan-Americanos. Pensando no futuro, Toronto 2015 apresentou seu programa, com o retorno do futsal. Leia mais

- 16º dia: O último grande herói
O domingo foi a madrugada dos Jogos Pan-Americanos. As contas estavam quase todas fechadas, já tinha gente virando as cadeiras e passando vassoura no chão: era o fim da festa, embora ainda faltasse uma ou outra competição para ser disputada. Para os brasileiros, poderiam essas umas ou outras poderiam ter sido provas quaisquer, não fosse por Solonei Rocha – o sujeito que, num período de dois anos, deixou de ser coletor de lixo para se tornar maratonista. Leia mais
 

Vipcomm
A brasileira salta para ficar com o ouro no Pan de Guadalajara

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